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postado por Equipe PHBBR14.04.2026

Nesta entrevista exclusiva para a revista Interview, Hailey Bieber conversa com o editor-chefe Mel Ottenberg sobre sua nova fase de vida — abordando maternidade, carreira, rotina, estilo e a forma como lida com a fama e as críticas. Ao longo do bate-papo, a modelo e empresária compartilha reflexões pessoais, hábitos do dia a dia e detalhes sobre sua evolução dentro e fora da indústria da beleza. A matéria é acompanhada por um shooting assinado por Theo Liu, com styling de Dara, reforçando a estética minimalista e sofisticada que marca intensamente a Hailey.

Quando a magnata da beleza, mãe e esposa de uma das maiores estrelas pop do planeta, se aproximou sorrateiramente do nosso editor-chefe em uma festa e pediu uma matéria de capa, a resposta foi um ‘sim’ imediato. Se há uma coisa em que Hailey Bieber é boa, é conseguir o que quer.

QUINTA-FEIRA 13:30. 26 DE FEVEREIRO DE 2026, LA

MEL OTTENBERG: É tão difícil nos falarmos por telefone.

HAILEY BIEBER: Eu sei. Onde você está?

OTTENBERG: Estou em Londres. Como está L.A.? Qual é o clima do dia?

BIEBER: O clima do meu dia é resolver coisas pela casa, porque hoje à noite vou para Tóquio para o aniversário do meu marido.

OTTENBERG: Oh, uau. Está no clima de comer sushi?

BIEBER: Estou mais no clima de comida e compras. Nós gostamos de comer, sair por aí, tomar matchas e cafés gostosos e ver arte e lojas vintage. É a nossa cidade favorita.

OTTENBERG: Adoro. Quero contar pra quem está em casa por que você está nesta capa específica, Hailey.

BIEBER: OK.

OTTENBERG: Eu estava nessa festa e disse “Olá” para você e para Kendall Jenner. Você foi embora e depois voltou e disse: “Eu gosto das suas capas. Eu quero uma dessas”

BIEBER: Eu falei tipo: “Mel, está hora”.

OTTENBERG: E eu disse: “Você esta totalmente certa”.

BIEBER: E eu falei: “Ok, promessa de dedinho.” E nós fizemos a promessa de dedinho.

OTTENBERG: O que eu levo muito a sério.

BIEBER: Eu também. Sou só uma garota que sabe que, se você quer algo, tem que ir atrás.

OTTENBERG: [Risos] Sim.

BIEBER: Ninguém diz não para a Hailey B.

OTTENBERG: Não, querida. Eu voltei para o escritório e falei: “Temos que dar uma capa para a Hailey Bieber porque ela veio toda sorrateira até mim com aquele vestido transparente e um fio-dental da Gucci e me fez prometer com o dedinho.”

BIEBER: Eu estava tipo: “Mel, olhe para o meu fio-dental. Me coloca na capa”

OTTENBERG: Exatamente. E eu gostei disso e concordamos que era hora porque é o sonho americano. Ela é mãe. Ela é magnata. Ela é esposa. Ela é uma top model e influenciadora e uma – você é especialista em maquiagem?

BIEBER: Eu não diria que sou especialista em nada. Mas sou alguém que — desculpa, estou só limpando a minha câmera — gosta de brincar com o mundo da beleza. Eu sei mais sobre skincare do que sobre maquiagem.

OTTENBERG: Sua pele está incrível.

BIEBER: Obrigada.

OTTENBERG: De nada.

BIEBER: Eu sou obcecada por ela.

OTTENBERG: Você está usando alguma maquiagem agora?

BIEBER: Não. Estou só com minha rotina matinal de skincare: um pouco do nosso Glazing Milk e Protetor Solar. É isso.

OTTENBERG: Incrível. Então, eu sempre digo “viva o hate”, porque sempre que as pessoas estão realmente nos criticando aqui na Interview, significa que estamos fazendo coisas boas. A negatividade te impulsiona?

BIEBER: Eu definitivamente gosto de provar que as pessoas estão erradas.

OTTENBERG: Sim.

BIEBER: Eu acho que não dá pra receber muito amor sem também receber muito hate. Às vezes é esmagador, mas também pode ser motivador.

OTTENBERG: Totalmente. Quando vejo todo o drama dos fãs no Instagram, eu fico tipo: “Coitada da Hailey. Esse papo negativo é louco.”

BIEBER: Ninguém sai ileso vivendo sob os olhos do público. As pessoas inventam algo novo todo dia. Eu só fico tipo: “Estou vivendo minha vida e vou continuar seguindo em frente.”

OTTENBERG: Eu sinto que, há quatro anos, você virou o sonho americano do street style. Você percebe garotas em todo lugar copiando seu estilo?

BIEBER: Eu consigo ver bastante da minha influência em certos espaços, mas eu nunca vou ser a pessoa que olha para a forma como uma garota está vestida e pensa: “Eu sei que a inspirei”.

OTTENBERG: Você está certa, isso soou meio maldoso. Eu só quis dizer que você é muito influente, especialmente na América, o que é incrível.

BIEBER: É totalmente legal. Eu vejo garotas tipo: “Ei, estou recriando esse look da Hailey Bieber”, e acho isso super lisonjeiro e humilde. Eu fui profundamente inspirada por muitas mulheres. Eu digo há anos que a Rihanna é uma das minhas maiores inspirações, a forma como ela usa suas roupas. O estilo dela é uma expressão da sua atitude e de quem ela é como pessoa.

OTTENBERG: Um dos grandes talentos da Rihanna é saber o que vai funcionar no corpo dela, e eu acho que você também aprendeu a fazer isso.

BIEBER: É através de tentativa e erro. Quando você está sendo fotografada só saindo de casa, você precisa pensar no estilo de várias formas diferentes. Já usei coisas que, pessoalmente, ficavam ótimas, mas nas fotos ficaram super estranhas, então hoje eu sou muito mais consciente disso. Eu ajusto tudo. Sou muito meticulosa com isso tudo.

OTTENBERG: Então muito do seu estilo deve vir de ver o que funciona e o que não funciona nas fotos dos paparazzi.

BIEBER: Sim. Ou em um tapete vermelho. Já usei coisas em que eu pensava: “Eu amo esse vestido, me sinto linda.” E aí chego no tapete e fico tipo: “Isso está estranho.”

OTTENBERG: Isso acontece com os melhores, querida. Mas por trás de todo erro vem um acerto ainda maior.

BIEBER: [Risos] A gente não consegue aprender sem errar. Muitas situações assim me levaram até onde estou agora, que é: menos é mais. Eu estou deixando tudo mais simples. No fundo, eu me sinto mais estilosa, mais fofa e mais sexy de camiseta e jeans ou de uma boa calça e uma regatinha. Eu acho que tem algo a se dizer sobre a naturalidade. Quanto mais eu tento fazer um look ficar bom, menos funciona. Não precisa ser tão profundo assim.

OTTENBERG: Você e o Justin chegam a planejar os looks juntos? Porque eu amo demais como ele se veste. Quão insano isso realmente é? —

BIEBER: A gente só gosta mesmo de se expressar através do estilo e de apoiar o individualismo um do outro. Quando a gente vai a um tapete vermelho juntos ou algo assim, ninguém quer destoar ou ficar estranho, e não é muito comum isso acontecer. Obviamente a gente conversa sobre o que o outro está vestindo, mas no dia a dia eu fico tipo: “Não estou nem aí para o que você quer vestir. Você está confortável? Você se sente bem?” Isso é tudo o que importa para mim.

OTTENBERG: Qual é o conceito por trás das roupas do Jack?

BIEBER: Eu acho roupas de bebê e de criança difíceis. Muito do que existe é bem estampado e cheio de bichinhos ou personagens, ou é uma camiseta que diz: “Eu amo minha mamãe”. Não tem nada de errado com isso, mas eu gosto de vestir ele de um jeito mais simples. Gosto de colocá-lo com moletons bem largos ou jeans e uma camiseta branca ou um moletom com capuz. O time do Justin fez várias peças personalizadas da SKYLRK pra ele, que são uma graça. A minha vibe para ele é confortável, gostosa, fofa e simples.

OTTENBERG: Qual é a coisa mais emocionante em ser mãe?

BIEBER: É simplesmente ver esse pequeno ser humano evoluir diante dos seus olhos. Eles crescem tão rápido e mudam tanto, e sempre há muita empolgação. Você está vendo eles experimentarem a vida pela primeira vez, então meio que sente como se estivesse vivendo isso junto com eles.

OTTENBERG: Você se preocupa com o tipo de mundo em que seu filho vai crescer?

BIEBER: Todos os dias. Provavelmente essa é a minha maior ansiedade como mãe. O mundo em que ele está crescendo é muito, muito assustador, e pensar no futuro, do jeito que as coisas estão indo, parece bem desanimador. Mas eu só tenho que fechar os olhos e ter fé. Enquanto ele estiver crescendo em um ambiente em casa que seja realmente amoroso e bonito, isso é tudo o que eu posso esperar.

OTTENBERG: Quantos filhos você quer?

BIEBER: Eu definitivamente quero mais de um, mas estou indo um de cada vez. Tem dias em que quero dois. Tem dias em que quero cinco.

OTTENBERG: A vida que você tem hoje, você sabia que isso ia acontecer com você?

BIEBER: Sim, eu sempre quis me casar e ter filhos e uma família desde muito nova.

OTTENBERG: Que horas você acorda, Hailey?

BIEBER: Entre 7 e 8. Meu filho geralmente acorda por volta de 7h30, mais ou menos, então eu gosto de estar acordada com ele o máximo que posso. Eu passei a aproveitar muito mais minhas manhãs desde que me tornei mãe.

OTTENBERG: Como é a sua manhã?

BIEBER: Eu tento fazer aquela coisa de não pegar o celular assim que acordo, mesmo que eu acabe falhando muitas vezes. Tento olhar a luz do sol primeiro, porque dizem que isso é melhor para o ritmo circadiano. Eu levanto, escovo os dentes, me arrumo um pouco, vou ver se meu filho já acordou. Crianças são tão gostosas de manhã, quando acabam de acordar. São tão fofinhos. Às vezes eu gosto de — isso vai soar meio louco — subir em uma plataforma vibratória, que é algo mais novo na minha rotina. Ajuda a ativar o sistema linfático. E depois normalmente é um momento mais tranquilo. Meu filho adora fazer café comigo. Então a gente fica junto, tem esse momento de família de manhã, e depois eu vou para o treino.

OTTENBERG: Eu sei que espiritualidade e religião são uma parte importante da sua vida. Você tem uma prática espiritual diária?

BIEBER: Tem pequenas coisas que fazem parte da minha rotina que são muito bonitas e que eu valorizo muito, mas eu vejo a espiritualidade mais como algo constante. Minha relação com Deus é constante. Eu me sinto conectada espiritualmente simplesmente saindo de casa, ficando na natureza e sentindo o sol. Eu também rezo com meu filho todas as noites antes de dormir.

OTTENBERG: Legal. Eu escrevi essas perguntas logo depois do Grammy e achei legal você ter usado o pin “ICE OUT”.

BIEBER: Eu me sinto com medo pelo nosso país, e acho importante se posicionar e apoiar como você puder. Usar um pin “ICE OUT” é uma coisa pequena que você pode fazer dentro de uma conversa muito, muito, muito grande.

OTTENBERG: Total. Eu também caio nisso, mas é muito fácil ser intimidado e acabar não dizendo nada porque você fica com medo de que algo ruim aconteça com você se falar.

BIEBER: Às vezes você não sabe a coisa certa a dizer ou como dizer, mas injustiça é injustiça, e quando você tem uma voz para falar por quem não pode, é muito importante fazer isso.

OTTENBERG: Amém pra isso. Ok. Eu estava em um ensaio recentemente e os paparazzi estavam gritando com a garota que a gente estava fotografando. Eles foram realmente maldosos. Existe uma nova vibe estranha com os paparazzi?

BIEBER: Historicamente, a gente já sabe que os paparazzi são horríveis. Não acho que isso tenha melhorado nem piorado. A energia por trás disso é muito sombria, e não acho que seja algo que alguém peça no mundo, então eu acho muito engraçado quando vejo pessoas online dizendo: “Ela chama os paparazzi todo dia para si mesma.” Isso é tão nojento.

OTTENBERG: Só para constar, pessoal, ela não chama os paps.

BIEBER: Não.

OTTENBERG: Ok. Quando você está sozinha no carro, o que você está ouvindo?

BIEBER: Tenho ouvido esse álbum do Don Toliver sem parar. Também estou numa vibe Stevie Wonder. Eu amei muito o álbum da Olivia Dean que saiu no ano passado, e eu sou a maior fã da SZA. Mesma coisa com o Frank Ocean, eu sempre volto pros álbuns dele.

OTTENBERG: Você assiste TV?

BIEBER: Eu assisto TV demais. Eu sou muito de maratonar, é louco. Estou assistindo Love Story agora.

OTTENBERG: Tô nessa. Que outras séries você tá curtindo?

BIEBER: Eu comecei a assistir Game of Thrones pela primeira vez e estou maratonando ela muito rápido, de um jeito que até me preocupa. Eu também acabei a terceira temporada ontem e aconteceu uma coisa muito grande que me deixou em choque.

OTTENBERG: Me lembra.

BIEBER: Eles matam toda a família Stark, a mãe, o irmão, a esposa.

OTTENBERG: Ah, o Casamento Vermelho.

BIEBER: E eu fiquei tipo: “O quê? Só sobraram as crianças.”

OTTENBERG: Sim. Além disso, a propósito, ninguém morre tão bem quanto a mãe, eles cortam a garganta e todo o sangue sai meio segundo depois.

BIEBER: Eu vi que ia acontecer com a esposa do filho. Pensei: “Eles não vão deixar essa garota viver. Não tem história de amor acontecendo aqui. Eles nunca deixam eles terem um final feliz”. Aí, cinco segundos depois, ela é esfaqueada. E então o marido, Robb, é morto e a mãe fica tipo: “Não matem meu filho. Deixem ele ir”. E eles respondem: “Não, obrigado. Matem ele. Cortem a garganta dela”. Eu fiquei tipo: “Epa, epa, epa”.

OTTENBERG: É além do nível de Sopranos. Ok, espera, sei que precisamos encerrar daqui a pouco, então estou só vendo se tem mais alguma pergunta na minha lista. Você sente que está sempre no mood board da Geração Z?

BIEBER: Eu não sou Geração Z. Estou no último ano dos millennials. Então, se eu tivesse que apostar, acho que estou mais no mood board dos millennials. Mas a Rhode atinge um público mais jovem do que eu imaginava. A gente tem uma base grande de fãs na faixa dos 10, 11, 12 até 15 anos.

OTTENBERG: Qual é o seu pedido de café?

BIEBER: Duas doses de espresso, batidas, com leite comum, baunilha e canela, servidas com gelo.

OTTENBERG: Nova York versus L.A? Vamos falar sobre isso.

BIEBER: Eu sou de Nova York, então o que eu vou dizer é que energeticamente Nova York é melhor do que L.A. Em termos de clima, não tem como bater L.A. As duas têm o trânsito ruim. Nova York é um pouco mais fácil de se locomover com metrô e bicicleta, enquanto em L.A. você fica preso a dirigir o tempo todo. Pizza e bagels de Nova York são muito melhores do que os de L.A., e não tem como superar um deli nova-iorquino. Em L.A. você encontra muito café bom, mas em Nova York você entra em qualquer deli e pede um café preto com leite e açúcar e fica feliz. E, por outro lado, L.A. tem sushi melhor.

OTTENBERG: Você vai mandar um alô para o Sushi Park?

BIEBER: Alô, Sushi Park. Los Angeles é um lugar lindo pra se morar. Eu amo ter um quintal e espaço, mas definitivamente sinto falta de Nova York quando não consigo passar um tempo lá.

OTTENBERG: Então, em conclusão?

BIEBER: Em conclusão, para a minha vida agora, L.A., mas no geral, Nova York.

OTTENBERG: Isso é uma vitória para Nova York. A gente agradece muito.

BIEBER: [Risos]

OTTENBERG: Ok. Qual é a coisa mais cara que você tem e usa todo dia?

BIEBER: Provavelmente meu carro. Eu dirijo todos os dias e não me importo de gastar em um carro.

OTTENBERG: Amo isso. Você tem uma visão do seu estilo quando está montando um look

ou é tipo 20 mil peças de roupa e você passa horas escolhendo?

BIEBER: Eu sou uma eterna criadora de mood boards. Estou sempre no Pinterest. Os anos 90 sempre me chamaram atenção porque tinham muito dessa naturalidade que eu amo. Basicamente, eu monto um painel de referências e depois converso com minha stylist e digo: “Essa é a vibe”. Aí a gente faz uma grande seleção e vai misturando tudo com base no mood board.

OTTENBERG: Tem algum sapato específico pelo qual você está obcecada agora?

BIEBER: Eu tenho amado uns Manolos vintage de salto baixinho, sapatos de salto baixo que dá pra usar durante o dia. Eu amo um salto gatinho com jeans.

OTTENBERG: Eu vi muita gente falando online sobre seus jeans e imagino que sejam o mesmo tipo de jeans que eu uso: Levi’s dos anos 80.

BIEBER: Sim. A maioria dos meus jeans são Levi’s vintage que eu ajusto para ficar do jeito que eu quero.

OTTENBERG: O que você faz nesses Levi’s?

BIEBER: Geralmente eu deixo eles um pouco mais curtos porque gosto de ver um pouco do tornozelo. Eu ajusto na cintura, deixo mais justo no bumbum e, às vezes, um pouco mais justo nas pernas se estiverem muito largos. Eu tento encontrar uns que já caibam bem e depois vou ajustando a partir disso. Às vezes eu gosto deles bem largos, mas eu gosto de um jeans que valorize um pouco o bumbum.

OTTENBERG: A gente também.

BIEBER: Um pouco de ajuste e silhueta.

OTTENBERG: Com certeza. Tem alguma tendência que você realmente quer experimentar

BIEBER: Recentemente eu usei esse — acho que era de 2005 ou algo assim — vestido vintage amarelo da Versace, e eu fiquei tipo: “Preciso brincar mais com cor.”

OTTENBERG: Se eu pudesse olhar seus mood boards privados no Pinterest, quem eu veria mais?

BIEBER: Eu tenho juntado muita inspiração de cabelo porque estou com um comprimento bem específico agora. Não é um bob, fica na altura da clavícula. Você conhece o filme Encontros e Desencontros? É com Claire Forlani e Brad Pitt.

OTTENBERG: Nunca vi, mas vou assistir.

BIEBER: É um dos melhores. Ela é tão linda e tão natural nesse filme. Eu tenho uma referência da Elle MacPherson, uma da Amber Valletta e muita coisa da Christy Turlington só de inspiração de beleza. Tem também Elizabeth Hurley, bastante Bridget Hall.

OTTENBERG: Ah, Bridget.

BIEBER: A Bridget Hall é alguém com quem eu consistentemente, na maior parte das vezes, dizem que me pareço, especialmente quando eu realço minhas sardas, então ela está sempre lá. Depois tem Julia Roberts dos anos 90, Sandra Bullock, Gisele. Quando eu faço mood boards, eu faço para o ano inteiro. Meu board de 2026 tem estilo, cabelo, maquiagem, vibe de inspiração e algumas coisas que simplesmente me inspiram.

OTTENBERG: Você está tomando peptídeos?

BIEBER: Sim.

OTTENBERG: Legal. Eu não estou tomando peptídeos. Você pode me contar sobre isso?

BIEBER: Eu amo peptídeos. Eles são a base de todo o skincare da Rhode. Quando lançamos a marca, lançamos tudo com peptídeos, é o principal ingrediente na maioria dos nossos produtos. Eu acho os peptídeos realmente incríveis. Acho que existem certos peptídeos que você pode tomar que são muito bons para cabelo, pele e unhas, como o GHK-Cu, que é o peptídeo de cobre, algo que eu tomo. E também tomo essas gummies muito boas para o cabelo que são peptídeos. Já tomei peptídeos de imunidade antes, e acho que funcionaram muito bem. Alguns você precisa injetar, outros você pode tomar por via oral — nem todos funcionam da mesma forma. Tem um chamado BPC-157 que você pode tomar por via oral. É muito bom para o intestino, recuperação muscular e recuperação em geral. Eu poderia continuar e continuar e continuar. [Risos]

OTTENBERG: Uau. Precisamos falar sobre isso fora daqui. Ok, quase acabando. Qual é o maior equívoco que o público tem sobre você?

BIEBER: Por onde eu começo? [Risos] Eu acho que já passamos da fase em que achavam que eu era uma vaca.

OTTENBERG: Você definitivamente não é uma vaca.

BIEBER: Obrigada, Mel.

OTTENBERG: De nada.

BIEBER: Isso não é exatamente um equívoco, mas acho que as pessoas realmente não me entendem, o que acho que é bem comum para alguém que está sob os olhos do público. Obviamente, as pessoas não vão me conhecer da forma como você e eu nos conhecemos. Tivemos certas conversas e passamos tempo juntos, em que é como se você realmente pudesse me ver. E sinto que isso não chega ao público na maior parte do tempo.

OTTENBERG: Sim, sim, sim. Só para constar, você ainda é a mesma pessoa que eu conheci há 10 anos.

BIEBER: Você ouviu isso da Mel.

OTTENBERG: A gente se conheceu em Cannes? Com a Bella [Hadid]?

BIEBER: Acho que sim, quando eu tinha 18 ou 19 anos.

OTTENBERG: Sim. A gente se conheceu de um jeito bem glamouroso, com paparazzi ao redor de vocês, e depois fomos almoçar. Mas você ainda é a mesma pessoa.

BIEBER: Obrigada.

OTTENBERG: Quando você fez seu pequeno momento “clock it” durante a apresentação do Justin [Bieber], o que você queria dizer para o mundo?

BIEBER: Eu estava tentando dizer tipo: “Vocês acabaram de ouvir o que eu ouvi? Porque isso foi simplesmente insano. Gente, vocês estão percebendo que ele é ele?” [Risos]

OTTENBERG: Sim, e ele estava cantando sobre você.

BIEBER: Ele estava cantando sobre mim.

OTTENBERG: O que é sexy. A gente ouviu. A gente ama. Você tem algum conselho para as crianças em casa?

BIEBER: Arrisque. Mesmo se você estiver com medo, tente. Você não sabe até tentar.

OTTENBERG: Lindo. Vou ouvir a esse conselho também. Obrigado, Hailey. Estou tão feliz

que você me lembrou que era hora de você finalmente ter sua capa na Interview. [Risos]

BIEBER: Não se preocupe, Mel. Eu vou sempre lembrar de você.

Fonte: Interview Mag
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